O acerto definiu que apenas 200 pessoas do grupo podem ficar no Plenário nesta noite e sem crianças – o que significa que pelo menos metade do movimento terá que deixar o local esta noite. Amanhã, a partir das 9h, os projetos de passe livre e abertura das planilhas das empresas de transporte serão protocolados pelo Legislativo e a Casa deverá ser completamente desocupada.
Os manifestantes pediram que oficiais de Justiça acompanhem a inspeção após deixarem o local, que verificará se o prédio está em perfeitas condições. O MP se comprometeu a dar andamento ao pedido de abertura das contas dos empresários.
Na segunda-feira, a juíza Cristina Luisa Marquesan da Silva suspendeu o imediato cumprimento da liminar de reintegração de posse da Câmara e convocou a reunião para resolver o impasse. O movimento chegou a solicitar que o acordo fosse votado em assembleia pelos acampados, o que foi negado pela magistrada.
Enquanto ocorria a audiência, manifestantes bloquearam a avenida Loureiro da Silva, em frente à Câmara, na região central. De acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), o ato ocorreu nos dois sentidos e a via começou a ser liberada por volta das 18h.
Com informações do repórter Lucas Rivas