“Após um consenso tripartite, iremos conseguir os R$ 11 milhões necessários para aquisição de materiais cirúrgicos e os procedimentos não precisarão ser remarcados, a exceção dos que ocorreriam nesta segunda-feira, que já foram comunicados e não há mais tempo de voltar atrás”, explicou Casartelli, sem especificar qual valor que cada envolvido desembolsará para que as instituções de saúde sigam funcionando.
Casartelli naõ revelou quantas cirurgias eletivas e de urgência deixariam de ser feitas caso o acordo não fosse selado, já que a diretoria do GHC – maior hospital público do Sul do Brasil – afirmou que a decisão da não realização dos procedimentos seria motivada pelo atraso nos repasses de verbas por parte da Prefeitura de Porto Alegre. Segundo o secretário, os recursos de responsabilidade do executivo municipal estão em dia, mas ainda assim há uma carência financeira do GHC, o que pode ser sanado com um novo orçamento, envolvendo todas as partes para 2014.
“Esta situação deve ser estudada. Por enquanto, vamos garantir o menor prejuízo, mas garanto que a sugestão de que não estamos passando os valores que nos comprometemos não é verdadeira. Quem teve as cirurgias remarcadas, pode procurar as instituições para confirmar a antiga data”, garantiu o secretário.