O presidente da Federação das Associações de Círculo de Pais e Mestres do Estado (ACPM), Robson Minuzzi, afirmou, em entrevista à Rádio Guaíba, que a entidade foi pega de surpresa com a decisão do Cpers/Sindicato de entrar em greve a partir do próximo dia 15. “Foi uma decisão em um momento indevido, no final de ano, quando as aulas estão terminando”, defendeu.
Minuzzi afirmou ainda que a entidade não é contra a greve, que é um direito consitucional, mas contra a sua frequencia. “Quando a greve é muito seguida, acaba perdendo o efeito”, explicou. Ele defendeu ainda que não é assembleia em que o indicativo de greve foi votado tinha um pequeno quórum, com 5 mil professores, de acordo com o Cpers. "Esta é uma minoria tomando posição que não condiz com a maioria", defendeu.
O Cpers/Sindicato aprovou greve de professores nesta quarta-feira em assembleia no ginásio Gigantinho, em Porto Alegre. A categoria exige a retirada da Assembleia Legislativa do projeto encaminhado pelo governo de Valorização do Funcionário Público.
Ficou decidido também na assembleia que professores e servidores de outras áreas farão um acampamento na Praça da Matriz, na terça-feira, para pressionar a retirada da matéria do Legislativo. A presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, espera que essa manisfestação seja a maior da história.
ACPM diz que greve acontece em momento indevido
Presidente da entidade criticou a decisão do Cpers/Sindicato de paralisar às vésperas do fim de ano