Os cerca de 300 agentes de saúde do Programa de Saúde da Família vão parar as atividades na próxima terça-feira, dia 22, e protestar. Eles pedem o cumprimento do dissídio da categoria, com pagamento dos atrasados de setembro até agora. A decisão de fazer uma paralisação foi tomada na noite desta quinta-feira, em assembleia. Os trabalhadores querem que a Prefeitura da Capital também pague as horas-extras referentes aos sete dias finais do aviso prévio da equipe demitida, quando houve a troca da empresa prestadora de serviços.
O Instituto Sollus foi subsittuído pelo Instituto de Cardiologia. Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde, João Menezes, houve um acordo para que os funcionários demitidos trabalhassem os últimos dias, já que os novos ainda não estavam aptos a assumir. O acerto evitaria o fechamento dos 71 postos do programa. Em contrapartida, o período seria pago como horas-extras, o que não ocorreu.
O secretário Municipal da Saúde, Eliseu Santos, disse que todos os direitos dos trabalhadores serão respeitados pela Prefeitura. Contudo, ainda não há prazo para a realização dos pagamentos. Caso os mesmos não sejam realizados até o dia 22, os trabalhadores ameaçam com paralisações mais longas.
Agentes do Programa de Saúde da Família da Capital vão parar
Trabalhadores farão um ato público em frente à Prefeitura terça-feira