O índice foi considerado elevado pelas empresas de ônibus e Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regiona (Metroplan). O diretor da Associação dos Transportadores Intermunicipais de Passageiros (ATM), Érico Michels, havia defendido que a redução deveria ser menor, levando em conta os custos das empresas com insumos.
A Metroplan pediu adiamento da sessão durante o cálculo, o que não foi aceito pelos conselheiros. Eles também pediram a revisão da planilha usada pela Agergs para as tarifas nos próximos anos.