À tarde, mais testemunhas do caso foram ouvidas no Deca. O policial disse que se o caso não for um fato isolado, este pode redundar na perda da guarda dos filhos. O marido, de 46 anos, que acompanhou a suspeita ao Deca, afirmou ter sido um fato isolado, que a esposa teria sofrido uma crise nervosa naquele dia e que as crianças – um menino de três anos e um garota de dois meses –, não sofreram agressões.
“Mas o delegado responsável pelo caso - Leandro Lisardo -, ouvirá todas as testemunhas para depois decidir em que a mulher será enquadrada”, ressaltou Vivan. Sobre as denúncias, o marido disse que a mulher costuma falar muito alto em função de um problema auditivo - o que poderia provocar interpretações erradas.
O homem garantiu que a mulher não é usuária de drogas. Um exame toxicológico foi pedido para comprovar a versão. O Conselho Tutelar já foi informado a respeito do caso e vai passar a acompanhar de perto a vida e a rotina da família, que passará a ter assistência psicossocial.