Segundo a coordenadora da Fetraf-Sul Cleonice Back, funcionários e população em geral não poderão entrar e sair do edifício até o governo do Estado receber uma comissão de manifestantes. Os agricultores, que estão acampados desde segunda-feira em frente ao Palácio Piratini, no Centro da Capital, pressionam o governo do Estado para atender a pauta de reivindicações da categoria.
Os trabalhadroes reivindicam a destinação de R$ 170 milhões, em dois anos, para um projeto que vai ampliar a produção de alimentos, estruturar as cooperativas e aumentar a assistência técnica, beneficiando 17 mil pessoas. O grupo também quer a resolução dos conflitos entre indígenas e agricultores, já que cerca de 30 mil famílias devem perder suas terras para demarcação de reservas.
Com informações dos repórteres Mauren Xavier e Jerônimo Pires