Mais cedo, o perfil do Ministério da Educação (MEC) no Twitter negou que tenha desistido de recorrer da decisão da Justiça de Ceará. "É falsa a informação veiculada pelo Estadão.com de que o Ministério da Educação teria desistido de recorrer da decisão de ontem de Fortaleza", diz a postagem. Na noite de ontem, um tweet dizia que "MEC e Inep consideram a decisão do Juiz Luiz Praxedes desproporcional e arbitrária, e vão recorrer em Tribunal de Recife ainda esta semana".
A informação anterior, publicada pela Agência Estado e pelo site do Correio do Povo, dizia que "o governo federal decidiu na manhã desta terça-feira que não vai recorrer da decisão da Justiça Federal do Ceará, que determinou a anulação de 13 questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Essas questões, segundo investigação da Polícia Federal (PF), vazaram para alunos do colégio Christus, de Fortaleza, em outubro do ano passado, após a aplicação do pré-teste".

Asssim como o MEC, AGU também se pronunciou pelo Twitter | Foto: Reprodução / CP
Procurador quer anulação de mais uma questão
Nesta terça, o procurador da República no Ceará, Oscar Costa Filho, disse que vai pedir a anulação de mais uma questão do Enem. O requerimento será enviado por ele à Justiça na próxima quinta-feira.
Segundo o procurador, a questão 25 da prova amarela do Enem é muito semelhante a uma outra que estava nos TDs distribuídos pelo Colégio Christus dias antes da aplicação das provas. Oscar Costa Filho é o autor da ação que pediu a anulação total ou parcial do Enem em todo o País.