O impacto financeiro das medidas, somadas todas as folhas salariais, deverá superar 120 milhões ao ano.
Tumulto
Após a votação do segundo projeto, referente à Defensoria, houve tumulto em plenário. O deputado Marcel Van Hattem (PP) ironizou as falas de deputados favoráveis aos reajustes. Pedro Ruas (PSol) e Regina Becker (Rede) reagiram e Álvaro Boessio intercedeu, em favor do progressista, o que gerou empurra-empurra e levou a presidente da Casa, Silvana Covatti (PP), a suspender a sessão por alguns minutos, até os ânimos se acalmarem.
Álvaro Boesio (PMDB) tentou vir para cima de Pedro Ruas contra retaliação a Van Hattem pic.twitter.com/6gUjlNw2Ye — Samantha Klein (@samklein) 18 de maio de 2016
Posteriormente, os deputados votaram a mesma recomposição para os servidores do Ministério Público do Rio Grande do Sul e do Tribunal de Contas. Os projetos de lei também foram aprovados com 35 votos favoráveis e 14 contrários. O Legislativo teve 34 votos favoráveis e 14 contrários.
Ao longo da votação, os discursos se revezaram entre os que salientaram a situação das finanças do Estado com outras categorias sem receber aumentos. Ao mesmo tempo, os defensores do reajuste criticaram políticas de "arrocho salarial" do governo e longo período da categoria sem recomposição dos rendimentos.