O expansor de pele é um aparelho que trabalha com a possibilidade de reconstrução de tecidos regionais, com semelhança de cor e textura. O dermátomo é um equipamento para promover cortes precisos e uniformes de pele com ajustes milimétricos, utilizados na obtenção de enxerto de pele. A unidade de queimados do HPS é pioneira no Rio Grande do Sul e referência no tratamento de queimaduras junto à população, sendo responsável pelo atendimento de muitas vítimas da tragédia da Boate Kiss, ocorrida em janeiro. O presidente do Rotary Club Porto Alegre Bom Fim, Rudolf Nielsen, admitiu que não tem todo o dinheiro para a compra dos equipamentos, pedindo ajuda para quem quiser colaborar.. “Os dois equipamentos custam R$ 100 mil, sendo o custo do dermátomo de R$ 60 mil e o do expansor de R$ 40 mil. Um deles ainda não está pago e precisamos arrecadar dinheiro em um leilão de arte a ser realizado em setembro”, admitiu.
O prefeito José Fortunati destacou a importância do gesto humanitário do Rotary Club. “Mais que o valor financeiro, quero destacar o valor das ações de solidariedade que estão impregnadas neste gesto. Se cada cidadão mostrasse seu amor à cidade e fizerem um pouco mais, contribuindo com órgãos e instituições, daremos um salto de qualidade de vida em Porto Alegre. O Rotary é um exemplo de pessoas que prezam o bem comum”, afirmou.
O Rotary Club está presente em 215 países e tem mais de 1 milhão de sócios no mundo. Está presente no Brasil desde 1922. Entre outras iniciativas, o Rotary busca a erradicação da poliomielite no mundo e a despoluição do rio Gravataí.