Criticando a prefeitura por ter atrasado a tramitação do projeto, cuja execução está atrasada em três meses, a vereadora defendeu a reforma, ainda que acarrete no corte de mais de 200 árvores – correspondente a menos de 15% do total na região. “Não tem alternativa. Não tem como descentralizar um complexo como o Hospital de Clínicas. A horizontalização é uma concepção para a humanização do serviço”, afirmou.
Um dos anexos do Hospital de Clínicas é chamado “prédio-crítico”, onde estarão concentrados serviços considerados essenciais. Além dele, outro prédio será erguido na área do Clínicas. Ambas as contruções terão seis andares, além de dois andares no sub-solo para estacionamento.
Ontem, os vereadores realizaram sessão conjunta das comissões da casa, na qual aprovaram o parecer que autoriza a ampliação.