Na visão de Jobim, os problemas de início de ano ocorreram por "falta de planejamento, de competência e de gestão". "A greve está afastada. O que está havendo, ao que tudo indica, é uma operação-padrão na TAM". Segundo o ministro, há uma diferença entre o planejamento de voos da empresa e o que vem sendo executado. "A Anac já está estudando determinar, eventualmente, a manutenção da atual malha da empresa, mas eu disse à presidente da agência (Solange Vieira) que a possibilidade de a malha aérea da companhia ser reduzida, caso os atrasos continuem, também deve ser examinada", disse Jobim à Agência Brasil. A Anac diz que seus inspetores estão na sede da TAM para analisar o motivo dos atrasos.
Em nota, a TAM disse que "registrou número de faltas de tripulantes e funcionários de rampa (carregamento das aeronaves) acima da média em algumas bases no País, sendo um fator contribuinte para os atrasos" no início do ano. Anotou que "além de trabalhar para reduzir os atrasos, se preocupou em manter a regularidade, evitando ao máximo o cancelamento de voos". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.