A Aneel explicou que no cálculo dos índices de reajuste entram a variação de custos que a empresa teve no decorrer do período de referência. O índice inclui, entre outros fatores, a inflação medida pelo Índice Geral de Preço do Mercado (IGP-M) e outros custos, como a energia comprada de geradoras, encargos de transmissão e encargos setoriais.
Os índices homologados pela Aneel são os limites máximos a serem praticados pelas cooperativas. Os reajustes dessas distribuidoras pequenas seguem a sequência de aumentos de dois dígitos nas contas de luz que a Aneel tem concedido às grandes empresas do setor.
No Sergipe, os reajustes aprovados foram mais elevados que no Rio Grande do Sul. A Cooperativa de Eletrificação Rural e Desenvolvimento Rural Centro Sul de Sergipe (Cercos) recebeu aumento de 35,33% na baixa tensão e de 35,28% para os de alta tensão. As novas tarifas da Cercos passam a vigorar em 29 de abril.