O Ibama está trabalhando em parceria com o zoológico e a Universidade de Brasília (UnB), que irão cuidar dos bichos afetados. "Estamos fazendo um monitoramento com a Polícia Ambiental e com o Instituto Brasília Ambiental [Ibram]. Vai ser um trabalho contínuo por pelo menos uma semana”, completou.
Os bombeiros instalaram barreiras de contenção para que a mancha, que apareceu no lago e chegou a alcançar 3 quilômetros de extensão, não avançasse. Uma nova mancha foi vista no lago nessa sexta e está sendo analisada se é um novo episódio de contaminação, ou resquício do anterior.
Os bombeiros e técnicos ambientais estão investigando a origem e a substância presente nas manchas. O laudo com os resultados das análises deve sair ainda hoje. O Ibram informou que somente após o laudo terá como dimensionar o tamanho do dano ambiental e aplicação de medidas administrativas. “Isso é uma infração ambiental, pode ser lavrada a multa ou a advertência. Temos que avaliar para ter certeza da extensão do dano”, disse a gerente de fiscalização do instituto, Fernanda Tápia.
O Ibram, a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) estão mapeando, por terra e no lago, locais em que está ocorrendo o derramamento da substância.