Os primeiros a receberem o microchip serão cães e gatos de propriedade de famílias com renda de até dois salários mínimos. Estes já estão cadastrados e foram castrados em campanhas municipais. Em contrapartida pela colocação do software de identificação, o proprietário poderá usufruir dos serviços do Centro de Bem-Estar Animal.
O instrumento de controle é do tamanho de um grão de arroz e é implantado de forma subcutânea, sem causar desconforto ao animal. Nele são armazenadas informações como idade, sexo, nome, RG e endereço do proprietário, além do histórico de saúde. Desta forma, se o animal for encontrado perdido, por exemplo, ao passar pelo leitor, os técnicos poderão identificar o dono e saber se trata-se de uma fuga ou de um caso de abandono.
O diretor da Coordenadoria de Bem-Estar Animal, Fábio Leivas, explica que a intenção é ampliar o serviço posteriormente. Além das famílias já cadastradas, animais que são tratados no Centro de Bem-Estar e que estão disponíveis para adoção também receberão o microchip. Cada aparelho custou ao município cerca de R$ 15. “É um investimento relativamente barato para o retorno que temos, principalmente em relação ao cuidado com o animal”, acrescenta Fábio.