Pelo menos três itens do relatório foram rejeitados pela Anvisa. Conforme a Agência, o terminal de cargas ainda não obteve autorização de funcionamento para empresas terceirizadas, alvará de proteção contra incêndio emitido pela Brigada Militar e habilitação para armazenamento de produtos inflamáveis. A agÊncia sustenta que os funcionários correm risco de vida sem a regulamentação destes pontos. Os documentos encaminhados pela Infraero foram analisados na semana passada pela agência reguladora.
Enquanto a Justiça Federal não se pronuncia, o terminal de cargas do Salgado Filho permanece operando normalmente. Durante a interdição da área, entre dezembro e janeiro deste ano, o Sindicato dos Despachantes Aduaneiros (Sdaergs) estimou um prejuízo de R$ 2,5 milhões em função da retenção de material e produtos. Durante todo o ano de 2013, o terminal movimentou quase 18 mil toneladas de cargas.