O protesto ocorreu no cruzamento da rua Arnaldo Bohrer, onde fica a escola, com a avenida Teresópolis. Com faixas, caixas de som, apitos e caras pintadas, os manifestantes bloquearam o trânsito durante boa parte da manhã. A mobilização foi acompanhada de perto por PMs e agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
De acordo com a professora Gabriela Miranda, o esgoto está correndo pelo interior da unidade, o teto está caindo e não é feita a poda das árvores do pátio, o que, segundo ela, coloca em risco os estudantes. Gabriela disse ainda que mais de 30 ofícios foram encaminhados à 1ª CRE relatando o caso e pedindo providências.
Os problemas na escola não são recentes. No ano passado, as aulas chegaram a ser interrompidas por conta de uma falha na rede elétrica. Na época, os cerca de 800 alunos foram prejudicados. A professora de Artes Ananda Medeiros que participou da mobilização, ressaltou que medidas paliativas não resolvem o problema. “Precisamos de uma solução efetiva e não de pequenos reparos que não solucionam o problema”, disse.
Branco explicou que uma equipe técnica esteve no local durante a semana e elaborou um laudo sobre os problemas na rede de esgoto. Ele destacou que, por representar um risco de saúde, há necessidade de uma medida urgente. “O laudo mostrou que o problema não é simples e depende de uma grande intervenção. Pelos trâmites burocráticos, os
trabalhos de recuperação da rede devem iniciar em 90 dias”, projetou.