Geral

Após queda de vigas, rodovia é liberada em SP

Parte de passarela no Rodoanel, na Régis Bittencourt, caiu sobre veículos nesta sexta

Após desabamento, pistas de rodovia paulista são liberadas
Após desabamento, pistas de rodovia paulista são liberadas Foto : José Patrício/AE
A pista da Régis Bittencourt no sentido São Paulo, na altura do km 279, onde ocorreu o desabamento de três vigas de uma passarela em obras no Rodoanel na noite desta sexta-feira, foi liberada por volta das 10h deste sábado. As três faixas foram desbloqueadas após a remoção das três vigas. Por volta das 9h, a pista foi lavada com o auxílio de um caminhão-pipa.

"Poderia estar morto", diz testemunha

Na madrugada deste sábado, por volta das 3h, uma viga que ficou suspensa em razão do acidente foi retirada. Desde as 7h deste sábado, três vigas foram removidas. Cada uma delas tem cerca de 40 metros e 85 toneladas.

Feridos

Uma mulher que ficou ferida no desabamento já deixou o pronto-socorro do Hospital Municipal de Embu, na Grande São Paulo, onde recebeu atendimento e estava em observação, segundo informaram funcionários do hospital. Ela dirigia um veículo Celta no momento do acidente. Ao todo, três pessoas ficaram feridas.

O motorista do caminhão continuava internado na manhã deste sábado no Pronto Socorro do Hospital Geral de Pirajussara, em Taboão da Serra. No final da manhã deste sábado, a Secretaria Estadual da Saúde informou que ele sofreu politrauma. O paciente foi submetido a exames, passa bem e está em observação na unidade.

O condutor do Renault Clio estava internado no Hospital Geral de Itapecerica da Serra. Ele sofreu fratura no punho esquerdo e foi submetido a cirurgia na madrugada deste sábado. De acordo com a secretaria, não há previsão de alta para os dois.

Falhas

O governador José Serra foi até o local na noite de sexta-feira e admitiu que houve problemas na obra. As possíveis causas do acidente ainda não foram informadas. O governador disse que os motivos serão apurados. "Houve falhas, mas é preciso ser bem investigado não só pela Dersa mas também pelo IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas)".

As informações são do R7.