Conforme os policiais, a proprietária da residência declarou que o animal estava no local há 23 anos, desde que foi deixado por um caminhoneiro. No entanto, não havia autorização do órgão ambiental competente para a criação da arara em cativeiro. Segundo os agentes, o animal estava em uma gaiola grande e aparentava bom estado de saúde.
A infratora responderá a termo circunstanciado e foi indicada como fiel depositária da arara, até que o Ibama aponte o local apropriado para a transferência da ave. A espécie tem a plumagem azul no dorso e amarela no peito, desde a face, mede até 90 centímetros, é comum entre a Amazônia e o Paraná e costuma viver até os 80 anos.
As populações desta arara vêm diminuindo devido à destruição das matas e do seu comércio ilegal, pois é procurada em todo o mundo como animal de estimação por sua beleza e docilidade em cativeiro.