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Aprovados lembram um ano de decreto que congela nomeações no RS

Bolo marcou protesto na Praça da Matriz, em Porto Alegre

Protesto ocorreu na Praça da Matriz, em Porto Alegre
Protesto ocorreu na Praça da Matriz, em Porto Alegre Foto : Eduardo Paganella / Rádio Guaíba / Especial / CP
O grupo de sindicatos unificados, que representam os aprovados em concursos públicos do Rio Grande do Sul, realizaram na manhã desta quinta-feira um protesto pelo primeiro aniversário do decreto do governador José Ivo Sartori que congelou as nomeações. Um bolo marcou o ato na Praça da Matriz, no Centro de Porto Alegre. 

Os sindicatos da área da segurança, como dos Escrivães, Inspetores e Investigadores de Polícia (Urgeirm) e Sindicato dos Servidores da Polícia Civil, irão realizar um churrasco simbólico em frente ao Palácio Piratini para ironizar o primeiro ano do decreto, reeditado em duas oportunidades. 

O vice-presidente do Urgeirm, Fábio Castro, lamentou o sucateamento da área da segurança e questionou o planejamento do governo do Estado para o setor. "Num dos momentos mais delicados do Rio Grande do Sul em relação à segurança, vemos a polícia sucateada. A questão do efetivo é fundamental. Hoje temos 5,2 mil policiais na ativa, um número menor do que tínhamos há alguns anos", completou.

Castro declarou ainda que a gestão de Sartori não tem estratégia para a segurança pública. "Editaram esses decretos, descartando qualquer investimento na área, quando se deveria estar trabalhando para solucionar o problema da violência. Isso deixa claro que não existe um programa. Uma política de não investimento é desastrosa. É um pensamento de difícil compreensão", finalizou.

Segundo os sindicatos, há 650 policiais civis e 2,5 mil policiais militares aprovados em concursos.