Antes da votação, os parlamentares aprovaram, por 28 votos favoráveis a 21, o requerimento de preferência apresentado pelo líder da bancada do PT, deputado Daniel Bordignon, para que fosse votado apenas o texto do PL 160/2011, sem a emenda do deputado Jorge Pozzobom (PSDB), que estabelecia que o governo estadual instituísse o piso nacional ao magistério ainda em 2011.
“O acordo que o Cpers previu que não será implementado neste ano e sim ao longo dos quatro anos do nosso governo”, afirmou o deputado Daniel Bordignon, à Rádio Guaíba, pouco antes da votação. “Implementar o piso nacional custará R$ 2 bilhões ao Estado”, explicou ele, classificando como “irresponsabilidade” uma eventual implementação de uma vez só, neste ano.