Os assentados reivindicam da prefeitura de Alegrete melhoria das estradas de acesso aos assentamentos e água potável, que só chega às famílias por meio de um caminhão tanque de 15 em 15 dias. Eles também solicitam patrulhas agrícolas para auxiliar nos assentamentos. Do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), eles pedem a liberação de crédito para as famílias que aguardam há cinco anos.
Uma ponte que foi construída ligando os dois assentamentos não pode ser usada porque a empresa construtora não concluiu os aterros de acesso. Nos locais há 108 famílias, cerca de 250 pessoas. Após aguardar boa parte da manhã pela presença do prefeito Erasmo Silva e da vice-prefeita Maria de Fátima Mulazzani, às 11h uma comissão de assentados decidiu ir até a prefeitura para uma reunião com a administração.