"Há sempre um ou outro compromisso que acaba ganhando peso significativo na nossa agenda. Na minha, adquiriu peso significativo a segunda ponte do Guaíba, pela importância dessa ponte pra população do Rio Grande do Sul, para o desenvolvimento do Estado e para qualidade de vida dos porto-alegrenses e integrantes de toda a Região Metropolitana. E por ser uma demanda histórica mais de 20 anos”, afirmou Dilma em discurso.
A obra, orçada em R$ 649.622.699, fará a ligação de Porto Alegre ao Sul do Estado, passando pela Ilha do Pavão até a Ilha Grande dos Marinheiros. Além disso, vai conectar rodovias de integração nacional. A ponte também servirá para desafogar o tráfego na única ponte que hoje garante a travessia do Guaíba. A expectativa é de que 50 mil veículos utilizarão diariamente a nova ponte.
De acordo com o projeto do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), apresentado em novembro de 2013, a estrutura começará na rua Dona Teodora, no bairro Humaitá, em Porto Alegre. A localização é entre a atual ponte e a BR 448, a Rodovia do Parque. No local, serão erguidas as alças que passarão por cima da BR 290, a freeway. Dali, a ponte começará efetivamente ao passar pelo Canal do Furadinho, seguindo até o Saco do Cabral, passando sobre a Ilha do Pavão. Só depois deste percurso, entrará na Ilha Grande dos Marinheiros. Neste ponto haverá um grande impacto porque se interligará à atual ponte, em direção a Guaíba.
A nova onte terá 1,9 quilômetros de extensão em um total de 7,3 quilômetros, considerando acessos e elevados. Em cada sentido, haverá duas faixas de trânsito de 3,6 metros, refúgios central e lateral de, no mínimo, 1,20 metro, acostamento de, no mínimo, três metros de largura. A previsão é de contratação de 1,1 mil operários.