A mobilização, que iniciou às 14h, faz parte da campanha nacional “Melhor nu do que com a pele que não me pertence” e foi executada simultaneamente em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Ceará e Minas Gerais. Responsável pela campanha, a ativista Juliana Goube, explicou que a conscientização das pessoas é importante na tentativa de acabar com a prática. “Não precisamos sacrificar para vestir. Muitos animais ainda são mortos para a utilização das peles e isso tem que acabar logo”, afirmou.
Anualmente, cerca de 70 mil chinchilas são mortas no Brasil para a utilização da pele em casacos produzidos na China. Para apenas um casaco são mortas 200 chinchilas. Outros animais como coelhos, focas, lontras, raposas, esquilos, visons, gatos, cachorros e até ratos estão na lista dos abatidos para a confecção de vestuários, segundo a ativista.
“O Brasil importa muitos produtos que são ditos como sintéticos, mas são feitos com a pele desses animais”.
Além da representação, também foram distribuídos panfletos que listavam as marcas que usam apenas materiais sintéticos. Os manifestantes ainda usavam máscaras e exibiam cartazes pedindo respeito aos animais.