Segundo gerente-executivo da ATP, Luiz Mario Magalhães Sá, o argumento é que, no último ano, a divulgação do percentual de aumento serviu de "combustível para as manifestações". Caberá à EPTC divulgar ou não a informação sobre o pedido das empresas.
O diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, garante que o valor de aumento sugerido pela ATP não é levado em conta pelo setor técnico do órgão, que produz as planilhas com base nos reajustes dos insumos e envia o material para o Conselho de Transporte Urbano do município (Comtu). Este, por sua vez, tem uma semana para avaliar as planilhas e aprovar ou não o valor da tarifa calculada pela EPTC.
Devido à decisão recente do Tribunal de Contas do Estado, o Comtu terá pela primeira vez uma semana para se debruçar sobre os números. Até o ano passado, o grupo tinha 24h para aprovar ou rejeitar os dados. Já o setor técnico da EPTC, que deve começar a produzir nesta segunda-feira as planilhas que definem o reajuste da tarifa, levará cerca de 10 dias, conforme informação de Cappellari.