Um grupo de cerca de 30 pessoas pichou a fachada da sede, o portão de entrada e um coletivo que serve como posto móvel. Entre os dizeres pichados estão "Baderneiro é quem rouba"; "Fora Máfia dos Transportes"; "R$ 2,60 Já"; "O Povo não vai esquecer"; e "Passe Livre Já". Pedras também foram arremessadas contra o prédio e vidros foram quebrados com lanças improvisadas.
A manifestação teve início com uma concentração em frente ao Auditório Araújo Vianna, na avenida Osvaldo Aranha, bairro Bom Fim. A caminhada foi acompanhada à distância pela Brigada Militar (BM) e por agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). A marcha foi agendada pela rede social Facebook. Apesar de o evento somar 12 mil confirmações, o número de manifestantes não chegou a mil.
Além de defender que o valor das passagens siga caindo, o movimento pede que a revisão das isenções seja suspensa, além de passe livre para desempregados e estudantes. Nos protestos anteriores, milhares de estudantes se reuniram em frente ao Paço Municipal e caminharam pelas ruas centrais da cidade em protesto contra a tarifa de R$ 3,05, que vigorou por 11 dias. A Justiça já revogou o aumento da passagem, que voltou a ser de R$ 2,85, desde a sexta-feira passada.