O pagamento dos trabalhadores depende de repasses da União e do Estado para as prefeituras, que enviam o valor ao Consórcio Regional de Saúde. Em outubro, médicos, técnicos de enfermagem e condutores das ambulâncias não receberam. O problema é ainda mais crítico em municípios como Xangri-lá e Terra de Areia, onde os funcionários não recebem desde agosto.
Para tentar resolver o problema, os profissionais realizam nos próximos dias uma assembleia para tratar do assunto. O responsável pelo setor financeiro do Consórcio Regional de Saúde explicou que para as bases avançadas em Torres, Tramandaí e Pinhal, o repasse do governo federal é de R$ 40 mil por mês e do Estado, R$ 23,8 mil.
Para as bases menores, que são sete em todo o litoral, o repasse federal é de R$ 12,5 mil e do Estado R$ 6,12 mil. Valores esses que estão atrasados para as prefeituras e não chegam aos bolsos dos trabalhadores. O assunto será tratado em reunião da Associação dos Municípios do Litoral Norte na próxima sexta-feira.