Juliano Rigatti, que organizou o protesto via Facebook, comprou o imóvel através do Minha Casa Minha Vida. Ele reclama do desrespeito da construtora em não prestar informações corretas quando questionada. “Vou casar mês que vem e não tenho para onde ir. Eu me sinto lesado porque pagamos, e não é pouco. E sempre que ligamos para reclamar, o mês da entrega é o mês corrente, sempre. Isso acontece há um ano”, lamenta. Ele e a noiva já fizeram até mesmo a vistoria do apartamento de dois quartos, aprovaram, mas seguem esperando.
Já Eliane Mendonça vendeu o apartamento em que vive e o prazo é de uma semana para deixar o local. “Tinha que estar saindo e não tenho para onde ir. Preciso sair dia 7, tentei apartamento por temporada, mas não consegui e a PDG não nos recebe. Estou apavorada”, desabafa.
Ela reclama do planejamento da empresa que ainda não obteve permissão da Prefeitura para liberar a ocupação do empreendimento. Segundo a mutuária, a PDG ingressou recentemente com pedido de vistoria necessária para receber o Habite-se.
A construtora não foi localizada para se manifestar.