Há cinco meses pais, alunos e professores da Escola Estadual Helena Schneider, no bairro Jardim Itú Sabará, zona Norte de Porto Alegre, aguardam a reconstrução de um dos pavilhões que foi parcialmente destruído durante temporal.
Nesta tarde, eles se reuniram em frente à instituição para protestar contra a lentidão no processo. No dia 5 de outubro do ano passado, um eucalipto caiu sobre uma sala de aula, provocando a interdição do pavilhão, que abrigava três salas, a biblioteca e a secretaria da escola.
Desde então, a equipe está aglomerada nos outros dois prédios. As aulas começaram no início da semana e as 450 crianças se dividem em três turnos, de três horas cada, para poder estudar. A diretora recebeu a promessa da Secretaria Estadual de Obras Públicas de que seria realizada licitação emergencial para a obra.
Segundo Miriam Fiss, diretora do colégio, foram colocados tapumes em dezembro, mas nada mais foi feito até agora. A direção está instalada em um corredor, a biblioteca foi improvisada e os estudantes podem ser prejudicados por estarem perdendo uma hora de aula por dia.
A secretaria se manifestou, por meio de nota, informando que o processo está em fase de dispensa de licitação e que em 20 dias deverá ser assinada ordem de serviço para o início das obras.
Atraso em obras prejudica alunos de escola na zona Norte
Aulas foram divididas em três turnos após interdição de um dos pavilhões