Na quinta-feira, em reunião com a desembargadora, representantes do sindicato patronal apresentaram propostas para resolver impasses pendentes quanto ao dissídio da categoria, negociado esse ano apenas após intervenção judicial, devido à greve da categoria no início do ano.
A patronal acertou na quinta que descontaria dos salários dos trabalhadores apenas parte dos 15 dias não trabalhados durante a greve. A outra parte seria paga a partir de compensações na jornada de trabalho. Como o sindicato não se manifestou hoje ao Tribunal sobre esse acerto, a reunião acabou transferida para segunda-feira.
Paralisação aos moldes de São Paulo
Nos bastidores, a categoria articula uma nova paralisação, caso as revindicações não sejam contempladas. A data ainda, no entanto, não está definida. Os líderes da comissão de negociação, formada para negociar o dissídio desse ano, afirmam que a nova paralisação será nos moldes da de São Paulo, ou seja, os ônibus saem das garagens e serão abandonados nas vias.