O Bloco de Lutas ocupou a entrada da Câmara e houve um princípio de confusão, inclusive com estouro de rojões. A manifestação foi contida com o forte aparato policial, com cavalaria e Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar fazendo a segurança.
Os manifestantes, cerca de 200 pessoas, seguiram com gritos de ordem após a decisão, mas começaram a se dispersar. "Dia 10 vai ser maior", prometeram os participantes do protesto, muitos deles mascarados.
O diretor da EPTC, Vanderlei Cappellari, que explicaria o processo de licitação dos ônibus, definiu o adiamento em função da superlotação do plenário da Câmara. Cerca de 300 pessoas ocupavam o Plenário Otávio Rocha. No Tesourinha, a estrutura permitirá melhor atendimento aos participantes.