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Avenida de Porto Alegre tem restrição para obra no Mercado Público

Duas faixas da Julio de Castilhos foram bloqueadas

Duas faixas da avenida Julio de Castilhos foram bloqueadas
Duas faixas da avenida Julio de Castilhos foram bloqueadas Foto : André Ávila
A avenida Julio de Castilhos, no trecho junto ao Mercado Público de Porto Alegre, foi bloqueada nesta segunda-feira em duas das quatro faixas, devido à presença de um guincho de grande porte utilizado na obra de cobertura do prédio. O congestionamento se refletiu até na avenida Siqueira Campos.

Com a reforma do Mercado Público, vários bloqueios parciais no trânsito têm ocorrido no entorno conforme o andamento dos trabalhos. Durante a obra, agentes da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) são mobilizados para o local.

Incêndio no Mercado Público

Na noite de 6 de julho de 2013 o Mercado Público ardia em chamas. Um incêndio na parte superior do prédio histórico mobilizou bombeiros de diversas guarnições para combater o fogo. O combate às chamas levou quase duas horas. O fogo consumiu parte do segundo andar do edifício de 144 anos. As investigações da Polícia chegaram a conclusão de que o incêndio foi provocado por uma fritadeira elétrica que ficou ligada na cozinha do restaurante Atlântico, loja 46, localizado no segundo pavimento.

Etapas de restauração

Nessa segunda-feira a empresa contratada para restaurar a estrutura metálica do Mercado instalou um guindaste na avenida Borges de Medeiros para começar a obra. A previsão da empreiteira é de retiradas das estruturas danificadas pelo fogo nos próximos dois meses e recuperação do telhado de metal em até quatro meses.

A terceira etapa, que será a de reforma dos sistemas elétrico, hidráulico e de refrigeração, é a mais atrasada segundo o arquiteto Luiz Merino Xavier. As empresas que realizaram a restauração na década de 1990 estão atualizando os projetos. “Essas três companhias têm know-how para atualizar os projetos dessas redes. Um orçamento estimado, até porque precisamos enviar previsão de custo ao Ministério da Cultura, é de que vai custar aproximadamente R$ 7 milhões”, destaca um dos responsáveis pelo grupo das obras do PAC Cidades Históricas na Capital.

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