Em nota oficial, o DMLU esclareceu que a impossibilidade de realização plena do serviço de coleta domiciliar iniciou ainda na noite de terça quando houve um problema em uma retroescavadeira, que opera junto à Estação de Transbordo do DMLU, no bairro Lomba do Pinheiro. Essa central recebe todo o material coletado com destino ao aterro sanitário.
“Formou-se enorme fila no local, dificultando que caminhões da empresa contratada para execução deste serviço efetivassem a troca de turnos do dia para a noite”, informou a nota.
Em decorrência disso, apenas 9 dos 24 roteiros noturnos programados “tiveram o serviço atendido na sua plenitude”. Os bairros afetados pela falta de recolhimento foram aqueles que possuem coleta noturna nas terças, quintas e sábados. De acordo com o DMLU, a empresa contratada e o próprio órgão público procuram normalizar a situação ao longo do.
A Divisão de Limpeza e Coleta do Departamento Municipal de Limpeza Urbana do DMLU montou ainda pela manhã um plano de emergência para garantir “a execução plena da coleta de resíduos nos bairros prejudicados”. Caminhões da frota própria do órgão foram mobilizados.
“Nossas equipes estão todas nas ruas, trabalhando fortemente para solucionar o problema”, assegurou o diretor-geral do DMLU, André Carús, observando que a manutenção da retroescavadeira já foi também realizada.
“Eventuais movimentos ou reivindicações de funcionários da empresa responsável pela coleta domiciliar, que possui contrato para prestação deste serviço junto ao DMLU, serão verificados pela fiscalização da área e divisões operacionais a fim de evitar novos problemas na coleta regular dos resíduos”, acrescentou a nota oficial do órgão, referindo-se às notícias de que ocorreu também um protesto dos trabalhadores da empresa terceirizada pelo pagamento de horas extras e melhores condições de trabalho.