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Baleia agoniza e Ceclimar já estuda destino dos restos mortais da praia

Mamífero está encalhado no Litoral Norte do Estado

Baleia agoniza e Ceclimar já estuda destino dos restos mortais da praia
Baleia agoniza e Ceclimar já estuda destino dos restos mortais da praia Foto : Nino Martins
O Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos (Ceclimar) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) já avalia como será feita a retirada da baleia jubarte que está encalhado no Litoral Norte do Estado caso ela morra. “Depois que a morte for confirmada, nós poderemos enterrar o mamífero em Capão da Canoa. Dependeremos da Prefeitura da cidade que deve reservar um local adequado para podermos realizar o procedimento”, afirmou a bióloga Cariane Trigo. De acordo com o veterinário do Instituto Baleia Jubarte da Bahia, Elitieri Neto, a saúde do animal está se deteriorando na medida em que permanece presa na orla situada entre Capão Novo e Arroio Teixeira.

Coforme Cariane, profissionais do Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) também participarão de uma eventual necropsia. “Faremos o exame ali na costa mesmo. Retiraremos os órgãos vitais e também vamos analisar o crânio do cetáceo, até para verificar se existe uma fratura. Tudo isso será feito para determinar a causa mortis. Antes, claro, vamos isolar a área”, garante a pesquisadora.

O Ceclimar salienta que a ossada da baleia pode ser doada para o Museu de Ciências Naturais da instituição, localizado na praia do Imbé.