“Tudo leva a crer que ela (baleia) não tenha sofrido nenhuma interação com a pesca e que não tenha sido atingida por navios”, disse o biólogo Maurício Tavares. Segundo ele, essa espécie é muito comum no litoral gaúcho. Ele disse que há muitos botos, baleias e golfinhos na região, mas a maioria é oceânica.
O mamífero, que já estava em estado de decomposição, foi analisado pelos biólogos do Ceclimar, que coletaram material para análise de DNA. Eles também vão verificar a quantidade de poluentes através da gordura e verificar o intestino para observar o conteúdo alimentar e comprovar se o animal se alimentou no local.
Além disso, o centro levará o crânio do macho como material de testemunho. A carcaça agora deve ser enterrada na praia. “Vamos tentar recuperar depois o esqueleto, porque é um animal adulto”, disse Tavares.