O acionamento de uma balsa é uma das alternativas estudadas pela empresa que gerencia o Cisne Branco para desvirar a embarcação, que adernou à beira do Guaíba no fim da noite de sexta-feira, em Porto Alegre. A diretora Adriane Hilbig garante, porém, que a operação não ocorrerá neste sábado.
Esta é a primeira vez, desde 1978, que ocorre um acidente desse tipo com o barco. O Cisne Branco recebe de 5 a 6 mil pessoas por mês para passeios pelo Guaíba. Uma das cordas que prendia a embarcação se rompeu em meio à chuva.
Adriane ainda não estima prazo ou custo para que a situação se normalize. A empresa discute com um engenheiro naval uma forma de desvirar o barco sem que haja dano para a estrutura do casco. Em uma segunda etapa, vai ser necessária uma operação de bombeamento para esvaziar a embarcação.
Com 40 metros de comprimento por sete de largura, o Cisne Branco não atendia passageiros na hora da chuva forte. Um marinheiro a bordo conseguiu escapar antes de o barco virar.
Balsa pode ser alternativa para desvirar o barco Cisne Branco
Uma das cordas que prendia a embarcação se rompeu durante temporal