Na terça-feira está marcada mais uma reunião, em São Paulo, com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). Caso as negociações não avancem, os bancários podem cruzar os braços já na primeira quinzena de setembro. “A greve é um direito constitucional”, afirmou o diretor do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e região Metropolitana (SindBancários), Antonio Borges.
Ele disse que a classe luta contra o desemprego no setor, o assédio moral e as terceirizações. “O bancário carrega a cruz e está de luto por causa das políticas adotadas pelos banqueiros”, observou. O reajuste pedido pela categoria é de 5% de aumento real e reposição da inflação. Às 14h desta sexta-feira, a entidade entregará uma pauta específica de reivindicações ao Banrisul.