A categoria rejeitou o reajuste salarial de 6%, alegando que, nessa hipótese, o ganho real não passa de 0,64%, descontada a inflação de 12 meses. Os bancários insistem em reajuste de 10,25%, com aumento real de 5% para os salários, além de melhoria da participação nos lucros e resultados, valorização dos pisos, melhores condições de trabalho e fim do assédio moral.
Nessa segunda-feira, funcionários de dezenas de agências privadas em Porto Alegre e Canoas paralisaram as atividades em protesto. A manifestação afetou o Bradesco, HSBC, Santander e Itaú, que permaneceram fechados até o meio-dia.