A categoria reivindica aumento real de 5%, piso equivalente ao salário mínimo apontado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) (R$ 2.416,38), plano de carreira, aumento de contratações, fim da rotatividade, das terceirizações e das demissões imotivadas, cumprimento da jornada de seis horas diárias, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança nas agências e igualdade de oportunidades.
Os bancários denunciam ainda a exclusão dos clientes de menor renda das agências e a cobrança de juros e tarifas abusivas. A próxima rodada de negociação entre o Comando dos Bancários e a Fenaban está marcada para terça-feira, às 10h, em São Paulo. Uma nova manifestação dos funcionários gaúchos está marcada para o último dia do mês, com saída da Praça da Alfândega.