Após a avaliação patológica, os biólogos realizam a retirada da ossada da baleia jubarte, que está em Capão Novo, no Litoral Norte. Segundo o biólogo do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos da Ufrgs (Ceclimar), Maurício Tavares, o trabalho prossegue até este domingo. O esqueleto do animal será remontado e exposto ao público no Ceclimar, em Imbé
A Fundação Estadual de Meio Ambiente (Fepam) coordena o enterro do restante do corpo do cetáceo, em uma área a cerca de 300 metros de onde está a baleia, na altura do Posto 7, em Capão Novo.
O animal morreu na quinta-feira, após encalhar duas vezes em um banco de areia no Litoral Norte. No domingo passado, a baleia ficou presa pela primeira vez. Na tarde de terça, com a ajuda de um rebocador, biólogos e mergulhadores da Brigada Militar conseguiram removê-la para a rebentação, de onde ela nadou para alto-mar. No dia seguinte, porém, ela retornou e encalhou novamente.
Biólogos iniciam retirada da ossada da baleia jubarte
Trabalho prossegue até amanhã