Para fazer jus à sua importância histórica, o prédio abrigará apenas livros raros e parte do acervo sobre o Rio Grande do Sul. O atendimento ao público será centralizado em prédio situado na esquina das ruas Andrade Neves e General Câmara. Entretanto, para que as obras sejam finalizadas, a administração ainda busca recursos.
Por meio da Lei Rouanet foram obtidos R$ 2,6 milhões junto ao BNDES. Para que o restauro seja concluído, ainda faltam cerca de R$ 4,5 milhões. "Estamos buscando patrocínio de órgãos estaduais e federais. O próprio BNDES já se manifestou, só que antes precisamos prestar contas dessa etapa", explica a diretora da biblioteca, Morgana Marcon. A conclusão do trabalho deve levar mais dois anos. Desde 2007, a biblioteca funciona na Casa de Cultura Mário Quintana.
A etapa atual da obra contempla reformas na parte estrutural, na fachada, nas aberturas e no piso, além da pintura do Salão Egípcio. A fase seguinte incluirá sistema de climatização, elevador para cadeirantes e restauração da fonte. Até o final do ano, o segundo andar deve ser aberto ao público. A edificação é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.