O grupo, de cerca de 40 integrantes, quer a desapropriação da fazenda, de 950 hectares, para assentamento. No entanto, apesar da decisão judicial para desocupar a terra - mesmo sem prazo determinado -, o MST permanece no local. De acordo com a Brigada Militar, não houve confronto, mas há uma barreira a cerca de 800 metros da propriedade para monitorar a situação. Por enquanto, ninguém pode sair da fazenda até que o grupo desocupe a área invadida.
Os acampados ocupam as proximidades da sede, onde parte está arrendada para plantadores de soja. De acordo com o MST, a fazenda está em processo de desocupação para assentamento, mas não faz parte do acordo. O líder João Onofre afirma que as famílias que estão na localidade chegaram para tomar posse dos lotes. Uma área em São Borja também faz parte da cobrança dos acampados pelos pontos acordados em 2011.