O prazo para as cidades litorâneas deixarem as guaritas em ordem vence na segunda. O coronel disse que enviará para o Ministério Público de Capão da Canoa, na terça-feira, notificação informando que realizou o pagamento com verba de emergência solicitada ao Estado Maior da Brigada Militar. Santos salientou, no entanto, que o procedimento não está correto, pois as guaritas fazem parte do município e deveriam ser consertadas por empresas escolhidas através de licitação. Na avaliação do subcomandante, o gasto não seria atribuído ao Estado.
A prefeitura de Capão foi a única a não apresentar plano de recuperação e instalação de novas bases. Segundo o secretário do Turismo do município, André Avelino dos Santos, houve um acerto com a BM que ficou incumbida do conserto. O secretário explicou que a responsabilidade ficou com a Brigada Militar para evitar o que ocorreu no veraneio passado, quando houve um jogo de empurra-empurra sobre quem seria o responsável pelas guaritas. A controvérsia foi despertada pela morte da jovem Inajara Kaiser Pereira, 20 anos, em frente a uma guarita sem salva-vidas devido à falta de manutenção.