De acordo com o capitão Eduardo Estevam, que comandou a operação, ainda não se sabe se foi um curto circuito. A peça, de acordo com o oficial, é onde está a fiação. Como existe um poço de luz, a fumaça subiu por ali, dando a impressão de que havia fogo em uma outra peça, andares acima. “Estamos analisando para ver o que realmente ocorreu”, disse Estevam.
Mesmo com o fogo não tendo atingido grandes proporções, algumas alunas de um curso de estética, que estavam tendo aula no 1º andar, levaram um susto. Tatiane Pinho, 26 anos, foi quem detectou a fumaça. Ela lembrou que foi ao banheiro e quando saia da peça sentiu o cheiro. Rápida, mas ao mesmo tempo mantendo calma, ela foi falar com as colegas; “Sem assustar, gurias, mas qual é o telefone dos bombeiros?”, perguntou Tatiane, sob o olhar incrédulo das outras alunas.
Débora Betim, 24, colega de Tatiane, lembrou que quando escutaram a pergunta ficaram em pânico e subiram para andares mais altos. Quando chegaram no 7º andar, perceberam que a fumaça estava mais forte e desceram. “Saímos correndo e ainda bem que não sabíamos que era no térreo, pois na correria poderíamos ter nos machucado”, lembrou ela, já fora do prédio.