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Bombeiros são acionados por conta de enxame de abelhas na Rodoviária de Porto Alegre

Insetos ocuparam face posterior de uma placa de sinalização na área de trânsito dos ônibus

Insetos ocuparam face posterior de uma placa de sinalização na área de trânsito dos ônibus
Insetos ocuparam face posterior de uma placa de sinalização na área de trânsito dos ônibus Foto : Paulo Nunes
 Uma colônia de abelhas causou desconforto, nesta segunda-feira, entre usuários da Estação Rodoviária de Porto Alegre. Os insetos começaram a formar sua colméia na face posterior de uma placa para sinalização, dentro da área de trânsito dos ônibus. Alertadas pela movimentação das abelhas, as pessoas resolveram acionar o socorro do Corpo de Bombeiros. Do ponto de vista ambiental, não é a melhor providência, já que quando o batalhão é acionado configurando uma emergência, os animais precisam ser sacrificados e a colmeia descartada.

Os agentes foram ao local e isolaram o entorno da placa para fazer a retirada dos insetos à noite, quando a atividade seria menos intensa. Felizmente, não foi necessário proceder pois os animais deixaram o local. O 1º Comando Regional dos Bombeiros informou que concentração de insetos não deve ser trabalho prioritário. De acordo com a corporação, a incidência deste tipo de problema tem duas principais possibilidades de encaminhamento: se ocorre em propriedade privada, é responsabilidade do proprietário. Se for na rua ou em uma praça, é responsabilidade da Administração Pública. A presença de insetos só se torna demanda para os bombeiros quando há iminência de risco à população.

O aconselhamento é para que as pessoas estejam atentas e evitem o crescimento de colmeia, da colônia de vespas ou marimbondos, acionando providência preventiva. No caso desta segunda, segundo a administração da Estação Rodoviária, as abelhas deixaram a placa antes de formarem a colmeia. “Elas se aglomeraram pela manhã. Isolamos o local e elas foram embora no final da tarde Ninguém ficou ferido”, contou o chefe de operações do condomínio da Estação, Hugonir de Souza Rodrigues.

A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), por sua vez, confirmou que procede ações de controle em parques e praças. “As colmeias das abelhas são retiradas e levadas para apicultores”, informa em nota. “No caso de ocorrências em áreas particulares, o cidadão é orientado a procurar os serviços de apicultores. Nas emergências, deve-se procurar os bombeiros”, prossegue o texto. A Smam lembrou que as abelhas não atacam, caso não sejam importunadas. A orientação é para que a população evite se aproximar das colmeias ou atacar os insetos. Orientação pode ser solicitada pelo telefone 156.


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