Os agentes foram ao local e isolaram o entorno da placa para fazer a retirada dos insetos à noite, quando a atividade seria menos intensa. Felizmente, não foi necessário proceder pois os animais deixaram o local. O 1º Comando Regional dos Bombeiros informou que concentração de insetos não deve ser trabalho prioritário. De acordo com a corporação, a incidência deste tipo de problema tem duas principais possibilidades de encaminhamento: se ocorre em propriedade privada, é responsabilidade do proprietário. Se for na rua ou em uma praça, é responsabilidade da Administração Pública. A presença de insetos só se torna demanda para os bombeiros quando há iminência de risco à população.
O aconselhamento é para que as pessoas estejam atentas e evitem o crescimento de colmeia, da colônia de vespas ou marimbondos, acionando providência preventiva. No caso desta segunda, segundo a administração da Estação Rodoviária, as abelhas deixaram a placa antes de formarem a colmeia. “Elas se aglomeraram pela manhã. Isolamos o local e elas foram embora no final da tarde Ninguém ficou ferido”, contou o chefe de operações do condomínio da Estação, Hugonir de Souza Rodrigues.
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Smam), por sua vez, confirmou que procede ações de controle em parques e praças. “As colmeias das abelhas são retiradas e levadas para apicultores”, informa em nota. “No caso de ocorrências em áreas particulares, o cidadão é orientado a procurar os serviços de apicultores. Nas emergências, deve-se procurar os bombeiros”, prossegue o texto. A Smam lembrou que as abelhas não atacam, caso não sejam importunadas. A orientação é para que a população evite se aproximar das colmeias ou atacar os insetos. Orientação pode ser solicitada pelo telefone 156.