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Brasil vai vencer a guerra contra o zika vírus, diz Dilma

Presidente participou do Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, no Rio de Janeiro

Presidente visitou comunidades da zona oeste do Rio de Janeiro
Presidente visitou comunidades da zona oeste do Rio de Janeiro Foto : Roberto Stuckert Filho/ Presidência da República / Divulgação / CP
A presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil vai conseguir vencer a guerra contra o vírus zika. Durante participação em evento relacionado ao Dia Nacional de Mobilização Zika Zero, no Rio de Janeiro, ela lembrou de que o país já ganhou uma batalha contra a febre amarela, doença que também é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

“Nós temos esse grande desafio no Brasil. Temos de nos mobilizar para que seja um combate vitorioso”, afirmou a presidente. Dilma destacou como fundamental nesse momento a colaboração de toda a população brasileira, pedindo que as pessoas reservem 15 minutos por semana para vistoriar suas casas e eliminar focos de água parada que possam servir de criadouro para os mosquitos.

“Nós temos de combater o mosquito, que é o vetor desse vírus. Temos de impedir que ele se procrie e nasça. Para nossas crianças serem saudáveis, o mosquito não pode nascer”, ressaltou. A presidente também aproveitou a ocasião para comentar os avanços de saneamento observados em todo o Brasil. “Nós mudamos o patamar de investimento em saneamento no Brasil. Estamos correndo atrás de décadas de abandono na questão de saneamento”, avaliou.

Ação coordenada

Depois de participar de mobilização contra o mosquito Aedes aegypti no Rio de Janeiro, a presidente chegou a Brasilia e foi direto para a Sala Nacional de Coordenação e Controle para Enfrentamento da Dengue, Zika e Chikungunya. "A ação foi um sucesso, mas foi só o início. Tenho absoluta confiança no meu povo", afirmou Dilma.

Ela conversou com o Ministro do Esporte, George Hilton, que participou da ação em Campo Grande (MS), sobre a mobilização no estado. A sala reúne representantes de todos os ministérios envolvidos no combate ao Aedes aegypti, vetor das três doenças, para uma ação coordenada entre governo Federal, estados e municípios.

Cada estado tem uma sala semelhante que se comunica uma vez por semana com os representamtes nacionais para tirar dúvidas, resolver dificuldades e repassar dados. "Precisamos de uma ação coordenada", disse Marcos Quito, coordenador da sala nacional.