O chamado foi feito por uma vizinha. Por tratar-se de um parto, os atendentes da Brigada Militar deram orientações sobre os procedimentos. Conforme relato do soldado Otávio Miranda, a vizinha teria afirmado que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) teria negado o atendimento.
Ao chegar, a viatura teve somente o trabalho do deslocamento ao Hospital Conceição. Segundo relato dos policiais, as intruções por telefone foram fundamentais para que a própria vizinha realizasse o parto, que correu sem complicações. Denise Daiane da Silva e filha estão em atendimento e passam bem, de acordo com funcionários da maternidade.
Conforme a Secretaria Municipal de Saúde da Capital, que responde pelo Samu, a entidade não se negou a atender a paciente. A assessoria de imprensa do órgão informa que no primeiro contato com a vizinha ainda não havia “estourado a bolsa” da gestante, e não havia a necessidade de deslocamento de uma equipe. Além disso, a prefeitura informa que o Samu orientou a paciente a procurar um hospital, descartando qualquer tipo de negligência do caso. O órgão disse que, por diversas vezes, tentou retornar a ligação para Denise, sem sucesso.