Em 1923, Massot resolveu comprar na Argentina duas aeronaves modelo Breguet XIV - um avião de combate. Este “esquadrão” teve uma duração curta, de apenas um ano, quando o serviço de patrulhamento aéreo foi desativado. Foi apenas em 1989, após 66 anos da criação da primeira força aérea, foi que o RS voltou a contar com o patrulhamento aéreo de novo. Dos dois aviões de combate, hoje o Estado possuí 16 aeronaves, sendo cinco helicópteros e o restante aviões, como o Bonanza. São 89 servidores, todos integrantes do quadro da BM, e além da base, na Capital, no Departamento aeroportuário, junto ao Aeroporto Salgado Filho, tento duas bases operacionais, uma em Uruguaiana e outra em Caxias do Sul.
Nova fase
Se antes as ações eram voltadas muito mais para o lado bélico, atualmente o batalhão participa de ocorrências de segurança pública. Atua na Operação Golfinho, servindo tanto no patrulhamento ostensivo das rodovias que levam ao litoral como no resgate em alto mar. Há também o apoio à Defesa Civil, tanto levando ajuda a áreas devastadas como removendo flagelados de locais de risco, e ajuda no combate a queimadas. Mais recentemente, passou a ter responsabilidade pelo transporte aéreo dos titulares do governo do RS.