A Brigada Militar começou a fazer na tarde desta segunda-feira a retirada do material publicitário e a avaliação das 33 guaritas de salva-vidas de Capão da Canoa. A ação deve por fim ao impasse entre a prefeitura da cidade e a Operação Golfinho sobre a responsabilidade da situação dos locais desde o afogamento da jovem Inajara Pereira, de 20 anos, no feriado de Ano-Novo.
Nesta manhã, o Comando da Operação Golfinho anunciou que iria retomar todas as guaritas de Capão da Canoa, inclusive a 58, onde ocorreu o afogamento. O local será demolido e reconstruído nos próximos dias.
O prefeito da cidade, Amauri Germano, falou à reportagem do Correio do Povo nesta segunda. Ele reconheceu que a prefeitura havia assumido o compromisso de realizar melhorias nas guaritas para observação do mar. Para isso, foi contratada uma empresa, que, segundo ele, "infelizmente" não fez o serviço. "Sabemos do nosso compromisso, porém a empresa não fez sua parte".
Brigada Militar faz avaliação de guaritas em Capão da Canoa
Material publicitário será retirados dos locais