As buscas aos desaparecidos na queda de uma ponte sobre o rio Jacuí devem levar no mínimo 48 horas, de acordo com informações do major da Brigada Militar Jarbas Ávila, que coordena o trabalho na região. Ele explicou que o leito do rio possui, em situações normais, 300 m de largura, mas, com as chuvas que atingem a região desde o começo da semana, chegou a cerca de dois quilômetros a mais em cada margem.
Duas lanchas trabalham na busca a sobreviventes no lado do município da Agudo, enquanto outras duas do 4º Comando Regional da Brigada Militar de Santa Maria estão na margem de Restinga Seca. São aguardadas outras duas embarcações para o começo da tarde. O trabalho começou pouco antes das 7h.
Um helicóptero do Grupamento de Busca e Salvamento da Policial Militar de Porto Alegre não obteve teto para chegar ao local e acabou pousando em Santa Cruz do Sul na manhã de hoje. Uma chuva forte e passageira atingiu a região por volta das 6h. Ao longo da manhã, o tempo oscila entre nublado e chuvoso.
O major também solicita que a população que se afaste do trecho para evitar outra tragédia. De acordo com Ávila, o Comando Regional da Brigada Militar (CRBM) isolou parte da rodovia, mas moradores tentam se aproximar dos locais de busca por meio do mato.
Buscas no rio Jacuí devem levar pelo menos 48 horas
Quatro lanchas percorrem o local desde as 7h desta quarta-feira